automoveis semi novos

Quando um automóvel sai do stand e é registado em nome do primeiro dono, ele passa logo a ser um carro usado, independentemente da quilometragem percorrida, logo o automóvel desvaloriza. Para tentar acalmar essa desvalorização, o mercado criou uma classificação intermediária entre o novo e o usado, que é o segmento de automóveis chamados de seminovos.
Para ser considerado seminovo, o veículo deve atender a três fatores: ter no máximo três anos de uso, um só proprietário e baixa quilometragem. Porém, não há um limite ou número certo dos quilómetros rodados (podendo ser 2 mil ou 20 mil).
Fatores que dizem respeito à parte visual e mecânica do automóvel também funcionam para determinar se ele merece a classificação de seminovo. É o caso da conservação (como, por exemplo, ferrugem na lataria, defeitos no motor ou embraiagem); estrutura do carro afetada por acidente; mudança no motor ou no tipo de combustível; e até rebaixamento da carroceria ou acessórios que não sejam originais. Isto permite esbater aquela que é considerada a principal desvantagem de um automóvel seminovo, os custos de manutenção, que podem ser maiores do que os de um automóvel novo caso o antigo proprietário não tivesse feito um bom uso do carro.
De salientar que, apesar de o primeiro ser normalmente associado ao sonho do carro zero quilómetros, o seminovo pode ser mais indicado para um condutor principiante. O mercado de automóveis semiusados em Portugal é mediano, sendo possível encontrar várias marcas e modelos. Para adquirir o seu seminovo pode recorrer a crédito ou financiamento.